Doença de Peyronie
tem tratamento.
A fibrose que causa a curvatura peniana não some sozinha. Hoje existe um protocolo — aguardado por anos pela medicina internacional — disponível agora no Sul do Brasil.
● +8 Homens de diferentes estados agendaram este mês.
Se você chegou até aqui,
já sabe o que está sentindo.
Pesquisar sobre Doença de Peyronie exige coragem. A maioria dos homens demora meses — às vezes anos — para admitir que precisa de ajuda. Não por falta de vontade. Por vergonha. Por achar que não tem solução. Por não querer que ninguém saiba.
Curvatura que dificulta ou impede a relação
Não está na sua cabeça. É uma placa de fibrose real — tecido cicatricial que se forma no corpo cavernoso e impede a expansão uniforme durante a ereção.
Dor durante a ereção ou penetração
Afeta entre 70–80% dos homens com Peyronie na fase ativa. Ignorar não faz melhorar — na maioria dos casos, progride.
Autoestima e relacionamento sendo corroídos
A condição não é sobre aparência. É sobre qualidade de vida. Relacionamentos se desgastam. A autoestima afunda. E o silêncio piora tudo.
A Doença de Peyronie afeta aproximadamente 1 em cada 10 homens acima de 40 anos. A maioria não busca tratamento — por vergonha, por achar que não tem solução, ou porque os tratamentos disponíveis até recentemente eram invasivos e limitados.
Hoje, o cenário mudou.
O que existia até hoje —
e por que tantos desistiam.
Informação objetiva — para você entender por que tantos chegam frustrados antes do primeiro tratamento eficaz.
Cirurgia corretiva
- →Eficaz para casos avançados
- →Recuperação de 4–6 semanas
- →Risco de alteração de sensibilidade
- →Indicada para casos específicos — não todos
- →Custo elevado (R$12–25k em média)
Injeções de collagenase
- →Múltiplas sessões (geralmente 4+)
- →Processo desconfortável
- →Resultado parcial em parte dos casos
- →Alto custo por ciclo
- →Não disponível para todos os perfis
Terapia de ondas de choque (ESWT)
- →Melhora vascularização local
- →Raramente suficiente isolada
- →Limitada em placas calcificadas
- →Requer muitas sessões para resultado modesto
Suplementação oral
- →Vitamina E, L-carnitina, pentoxifilina
- →Evidência científica limitada
- →Sem ação estrutural documentada
- →Usada como complemento, não como tratamento principal
Havia uma lacuna real no arsenal médico para a Doença de Peyronie.
Em junho de 2026, durante um congresso na Espanha, Dr. Altair Menosso foi um dos primeiros médicos a ter acesso ao protocolo aguardado há mais de 5 anos pela comunidade médica internacional.
Um protocolo que muda
o que era possível.
Dr. Altair acompanhou de perto o desenvolvimento deste protocolo por mais de cinco anos. Participou pessoalmente do evento de lançamento europeu. É o primeiro profissional em Santa Catarina a aplicá-lo em consultório.
Em breve
Dr. Altair Menosso gravou um vídeo no congresso europeu de lançamento — disponível em breve aqui.
Minimamente invasivo — sem cirurgia aberta
Ambulatorial — sem internação, sem afastamento
Alta taxa de resposta clínica na literatura internacional
Protocolo individualizado por grau e fase da curvatura
Acompanhamento médico durante todo o processo
Sem risco de alteração de sensibilidade associado a cirurgia
🔒 É um tratamento médico — não um procedimento estético.
O sigilo começa na primeira consulta e permanece em todo o processo.
Quem vai cuidar de você.
Dr. Altair Menosso
CRM-SC 33480
Foto do congresso europeu
em breve
Dr. Altair Menosso, CRM-SC 33480, no congresso de lançamento do protocolo — Espanha, junho de 2026.
Dr. Altair Menosso é médico formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com atuação focada em saúde peniana masculina. Palestrante em eventos internacionais como o Harvard Medical School, o Hospital Albert Einstein, e congressos em Paris e Dubai.
Em junho de 2026, participou pessoalmente do lançamento europeu de um dos protocolos mais aguardados para tratamento de Doença de Peyronie — tornando-se o primeiro profissional em Santa Catarina com este tratamento disponível em consultório.
"Quando um protocolo passa anos em desenvolvimento e finalmente chega, a responsabilidade de levar isso ao paciente o mais rápido possível é enorme."
Da consulta ao resultado —
como é o processo.
Consulta avaliativa sigilosa
Avaliação clínica completa: anamnese, exame clínico, análise do grau e fase da curvatura, revisão de exames se houver. Ao final, você recebe o planejamento completo e decide, sem pressão, se quer prosseguir.
A consulta tem custo fixo — não é gratuita — para garantir seriedade de ambas as partes.
Planejamento individualizado
O protocolo não é genérico. Número de sessões, intervalo entre elas e abordagem específica são definidos conforme o seu grau de curvatura e fase da condição.
Aplicação do protocolo
Procedimento ambulatorial: você chega, realiza e vai para casa. Sem internação. Sem anestesia geral. Sem afastamento prolongado.
Acompanhamento e evolução
Monitoramento clínico ao longo de todo o tratamento. Disponível para dúvidas entre sessões. Ajustes de protocolo conforme a resposta clínica individual.
Perguntas que você
provavelmente já se fez.
Respondidas com a clareza e o sigilo que o assunto merece.
A fase ativa da Peyronie é a janela de maior resposta.
Não existe semana que seja cedo demais.
A Doença de Peyronie progride. Cada mês de progressão pode significar mais fibrose consolidada, mais curvatura estabelecida, mais limitação funcional — e menor janela de resposta ao tratamento.
O protocolo existe. O médico tem disponibilidade. O próximo passo depende só de você.
A consulta é sigilosa.
Sem julgamentos. Sem registro estético.
Dr. Altair trata Peyronie como o que é: uma condição médica.